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12 mil pontos de acesso a Internet via Embratel

A Embratel vai fornecer acesso à Internet banda larga sem fio a 12.000 pontos em 4.214 municípios de todo o Brasil. O consórcio liderado pela empresa venceu a licitação do Gesac, programa de inclusão digital do Governo Federal, que contempla prioritariamente comunidades com baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) localizadas em regiões onde as redes de telecomunicações não oferecem acesso local à internet banda larga."Os pontos de presença são locais abertos ao público, compostos por computadores, impressoras e acesso à Internet de uso totalmente gratuito. A idéia é que o serviço seja prestado com alta disponibilidade para a comunidade, mesmo nas localidades mais remotas”, afirma José Formoso, presidente da Embratel, que assinou o contrato para prestação do serviço, nesta terça-feira, 26 de agosto, durante encontro com o Ministro das Comunicações, Hélio Costa.

Todos os locais de acesso à Internet contarão com um administrador indicado pelo Ministério das Comunicações, além de suporte técnico disponibilizado pela Embratel por meio de linhas 0800. Essas centrais são sistemas avançados de gerência de performance da rede, com monitoramento online. O Ministério das Comunicações criará uma equipe de fiscalização para acompanhamento da qualidade da prestação do serviço.

O projeto inclui o fornecimento de acessos com velocidades que variam de 256 Kbps a 8 Mbps, permitindo aplicações diversas como VoIP (voz sobre IP) para 25% dos endereços contemplados no contrato e a criação de redes sem fio que suportam, inclusive, transmissões de vídeo, possibilitando a realização de áudio e videoconferências. A operadora garantirá, ainda, o gerenciamento completo da solução e ferramentas de segurança de acesso à Internet.

Com transmissão via satélite, a Embratel conseguirá chegar às localidades mais distantes do País, como aldeias indígenas nos estados de Roraima, Acre e Amazonas, arquipélago de São Pedro e São Paulo – o ponto mais distante do território nacional, localizado a mil quilômetros da cidade de Natal – além da base do Brasil na Antártida. Do total de 12 mil pontos, aproximadamente dois terços são escolas da rede pública e, um terço, Telecentros.

“Estamos muito felizes em contribuir com o avanço do Brasil, participando de um projeto de grande alcance social como o Gesac”, comemora Formoso. Segundo ele, a Embratel irá contribuir para a inclusão digital no Brasil, promovendo a educação de milhares de estudantes da rede pública, além do acesso à informação nas regiões mais remotas.

Inclusão Digital

A Embratel lidera o Consórcio Conecta Brasil Cidadão, do qual fazem parte outras três operadoras, com 83% de participação no atendimento dos endereços contemplados. Ao final, o Consórcio liderado pela Embratel venceu a disputa valor mensal de R$ 3,3 milhões. O valor representará uma economia de mais de 70% aos cofres públicos, que permitirão ao Ministério investir numa ampliação do projeto sem necessidade de aumento de recursos.

O objetivo do Gesac é chegar às regiões mais remotas do País, em que existem grandes entraves para a instalação de infra-estruturas complexas de telecomunicações e de tecnologias convencionais de acesso à Internet banda larga. Com o programa, o Governo Federal visa promover a inclusão digital, incentivar a prática de trabalhos colaborativos, a formação de redes de conhecimento, além do desenvolvimento social das comunidades beneficiadas.

Nesse contexto, o lançamento recente dos satélites Star One C1 e C2 fazem parte da estratégia da Embratel para atender às demandas do Gesac e foram fatores decisivos na vitória do Consórcio na licitação. Juntos, os dois satélites duplicarão a capacidade de telecomunicações via satélite do Brasil.

A comunicação via satélite permitirá a criação de uma rede de cooperação, que possibilitará maior intercâmbio de informações e novas oportunidades para as comunidades locais.

Segue abaixo uma lista com a distribuição dos pontos em cada Estad

* Bahia – 1.515
* Minas Gerais – 1.369
* Pará – 1.141
* Maranhão – 966
* Ceará – 855
* Piauí – 669
* Amapá – 604
* Pernambuco – 526
* Rio Grande do Sul – 506
* Paraíba – 455
* Rio Grande do Norte – 436
* São Paulo – 417
* Tocantins – 277
* Alagoas – 265
* Mato Grosso – 258
* Sergipe – 230
* Rio de Janeiro – 196
* Paraná – 191
* Espírito Santo – 186
* Santa Catarina - 171
* Goiás – 150
* Roraima – 134
* Acre – 114
* Amapá - 102
* Rondônia – 102
* Mato Grosso do Sul – 72
* Distrito Federal – 12

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Internet Banda Larga via rede elétrica

A Agência Nacional de Telecomunicaçãoes estipulou um prazo até o dia 29 de setembro para receber sugestões sobre o acesso a banda larga via rede de energia elétrica, conhecida como BPL. A consulta pública foi aberta hoje, 27 de agosto, e os critérios do regulamento para essa utilização estarão disponíveis para consulta contendo, por exemplo, a frequência da instalação para que a rede não provoque a queda do fornecimento de energia.
Os equipamentos do sistema BPL, devem, segundo a Anatel, conter certificação conjunta com os da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), garantido a segurança e qualidade dos dois serviços.

Fonte: Olhar Digital

Texto extraido do site da anatel:

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) colocou hoje em consulta pública sua proposta de Regulamento sobre Condições de Uso do Sistema de Acesso em Banda Larga utilizando Rede de Energia Elétrica (BPL). A Anatel propõe que a comunicação a ser estabelecida pelo sistema BPL, confinada nas redes de energia elétrica, somente possa ocorrer na faixa de 1.705 kHz a 50 MHz. Além disso, os equipamentos que compõem o sistema BPL devem possuir certificação expedida ou aceita pela Anatel, de acordo com a regulamentação vigente, e atender às normas cabíveis, referentes ao sistema elétrico, expedidas pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

O texto completo da proposta estará disponível na biblioteca da Anatel e na página da Agência na internet. As manifestações, fundamentadas e devidamente identificadas, devem ser encaminhadas preferencialmente por meio do formulário eletrônico do Sistema Interativo de Acompanhamento de Consulta Pública, disponível na página da Agência no endereço http://www.anatel.gov.br, relativo a esta Consulta Pública, até 24h do dia 29 de setembro de 2008, fazendo-se acompanhar de textos alternativos e substitutivos, quando envolverem sugestões de inclusão ou alteração, parcial ou total, de qualquer dispositivo.
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Internet cresce 45% no Brasil

De acordo com dados do projeto Inter-Meios, a verba publicitária destinada à internet cresceu 45% no primeiro semestre de 2008, atingiu 321 milhões de reais e superou a TV por assinatura.
Com esse resultado, a internet ultrapassou pela primeira vez a faixa dos 3% do investimento publicitário no Brasil, alcançando 3,36%, ou seja, 0,10% a mais do que a TV por assinatura.
Entre as mídias analisadas, a internet é a que teve a maior taxa de crescimento, seguida de rádio (27%) e TV por assinatura (25,5%). A TV aberta teve expansão de 14,8%, jornais, 19,8% e revista, 18,3%.

No semestre, a verba publicitária geral cresceu 16,3%, atingindo o montante de 10,6 bilhões de reais. A televisão ficou com a maior parte deste dinheiro, 58,53%, seguido de jornal (17,31%), revista (7,97%) e rádio (4,34%).

Os dados do projeto Inter-Meios contam com informações parciais das receitas de links patrocinados do Google e do Yahoo. Ambos não revelam seus faturamentos e o que é contabilizado no Projeto Inter-Meios vem dos números divulgados pelos portais de internet.

A estimativa do Interactive Advertising Bureau (IAB Brasil) é que a internet chegue a 3,5% do investimento publicitário em 2008.Segundo pesquisa do Datafolha, encomendada pela F/Nazca, 59 milhões de pessoas acessam a internet no Brasil. Diante disso, a participação da internet não é pequena? Participe da discussão.

Fonte: Olhar Digital
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Banda Larga pode virar serviço Público

Em reunião do Conselho Consultivo da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) com representantes das operadoras de telefonia, ocorrida na última sexta-feira, 22, foi levantada a possibilidade da banda larga se tornar um serviço público no Brasil, para que haja um melhor controle da qualidade e do atendimento.
Hoje, a banda larga é regulamentada como um Serviço de Comunicação Multimídia (SCM), ou seja, como serviço privado. Esta semana, a indicada pelo governo para compor o Conselho Diretor da Anatel, Emília Ribeiro, defendeu que a banda larga passe a ser um serviço público no país.

O presidente da Oi, Luís Eduardo Falco, criticou a idéia e lembrou que já existe uma previsão para que a banda larga chegue a todas as redes municipais até 2010. “Não vejo nenhuma vantagem no regime público, normalmente ele tende a engessar algumas dinâmicas de mercado que já estão colocadas e já têm data para acontecer”, afirmou.

O presidente da Brasil Telecom, Ricardo Knoepfelmacher, lembrou a alta carga tributária do setor de telefonia e disse que é preciso ter cuidado para que isso não aconteça também na banda larga.

“Antes que os estados se acostumem com essa nova receita, a gente deveria fazer alguma coisa para impedir que novamente se crie uma situação que depois seja imutável”, alertou. Ele disse que 70% do faturamento da Brasil Telecom ainda é baseado na telefonia fixa e garantiu que as empresas privadas já têm o compromisso de garantir a qualidade do serviço.

A preocupação com os impostos sobre a banda larga também foi manifestada pelo presidente da Telefônica, Antônio Carlos Valente. “Todos nós devemos lutar para que os serviços que estão nascendo não se coloquem no mercado com uma carga tributária desproporcional”, disse.

Para ele, as concessionárias de telefonia cumpriram a maioria dos objetivos previstos com a privatização do setor. “Eu sou da época em que a gente colocava o telefone na declaração do Imposto de Renda”, lembra.

O presidente do Conselho Consultivo da Anatel, Vilson Vedana, que representa a Câmara dos Deputados, disse que a banda larga é o serviço do futuro, desejado pela sociedade. “Qualquer garoto de 17 anos quer ter computador em casa ligado à internet. Telefone é bom, vai ser importantíssimo no futuro, mas talvez dentro do tráfego de dados da rede, ele venha a representar 10%, 5% ou 1%”, afirmou.

Fonte: Olhar Digital
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